2016 | Sesc EntreDança

O ano inaugural do projeto teve como proposta construir um percurso temporal na criação em dança, convidando todos os artistas participantes a apresentarem dois momentos distintos: uma obra de seu repertório e outra inédita na cidade do Rio de Janeiro.

Grupo Ângelo Madureira & Ana Catarina Vieira (SP) | A Pele da Máquina | Estado imediato
Grupo Tápias (RJ) | Casa de Abelha | Sei Coisas Lindas de Ti
Grupo Giradança (RN) | Sem Conservantes | Dança que ninguém quer ver
Regina Miranda & atoresbailarinos (RJ) | Murakami, o leitor de Sonhos | Medo e Prazer

 

2017 | Diferença e diversidade

Nesta edição, a curadoria procurou desenvolver e ampliar as noções de identidade, familiaridade e diferença. A partir das variadas naturezas e potencialidades dos corpos dos artistas, o programa apresentou trabalhos que propusessem uma reflexão sobre a normatividade nos contextos sociais e culturais.

Cia de dança Renato Vieira (RJ) | Blue, bonjour tristesse
Cia Urbana de Dança (RJ) | 5 passos para não cair no abismo
Gira Dança (RN) e Cie. Toula Limnaios (Alemanha) | Die Einen, Die Anderen [Alguns Outros]
Grupo Cena 11 (SC) | Proibido Elefantes

 

2018 | Modos de viver, modos de criar, modos de dançar

Cercados de enfrentamentos e obstáculos, bailarinos e coreógrafos mostraram as suas visões poéticas sobre como lidar com as pressões, as transformações e as limitações da vida, explorando os mais diversos itinerários estéticos. Como a dança apresenta os modos de viver?

Balé do Teatro Castro Alves (BA) | LUB DUB
Cia Híbrida de Dança | In(in)terrupto
Cia Siameses de Dança (SP) | D.G.LO vol II, Jardim Noturno e Rubedo
Companhia de Ballet da Cidade de Niterói | O instante do aquilo
Elisa Ohtake (SP) | Tira o meu fôlego
Márcio Cunha (RJ) | Rosário
Os dois cia de dança (RJ) | Castelos e redes: estamos em obras
Projeto MOV_Ola (SP) | Devolve duas horas da minha vida

 

2019 | O corpo negro

O protagonismo do artista negro na dança foi a discussão central do projeto no ano de 2019. Buscando afirmar a pluralidade das narrativas presentes em um conceito tão amplo, a programação propôs uma experiência construída por artistas de diversas gerações, com variadas abordagens estéticas. A edição teve como curadora convidada a artista Carmen Luz.

Cia Babalakina (RJ) | Vozes de nós
Cia Kawin (RJ) | Desenho
Cia Rubens Barbot Teatro de Dança (RJ) | Dança Naná e outras coreografias
Companhia de Aruanda (RJ) | Fuzuezinho
Cristina Moura (RJ) | Ägô – um solo de Cristina Moura
Grupo Fragmento Urbano (SP) | Encruzilhada
Imperadores da dança (RJ) e GW Cia de Performance (RJ) | Batalha dos ritmos! Passinho vs Danças Urbanas
Jongo de Pinheiral (RJ) | Jongo de Surpresa
Laso Companhia de Dança (RJ) | Nunca mais
Luciane Ramos-Silva (SP) | Olhos nas Costas e um Riso Irônico no Canto da Boca
Nave Gris Cia Cênica (SP) | Corredeira e A-vós
Pak Ndjamena (Moçambique) | Influx
Tiago Oliveira (RJ) | À margem

 

PREMIAÇÕES E INDICAÇÕES

 

Prêmio Cesgranrio de Dança

  • Sabrina Vaz, pelo espetáculo “Nunca Mais”, da Laso Cia de Dança | melhor bailarina (indicação)
  • Bruno Duarte, pelo espetáculo “À Margem”, do coreógrafo Tiago Oliveira | melhor bailarino (indicação)
  • “À Margem”, do coreógrafo Tiago Oliveira | melhor espetáculo (indicação)
  • “Ägô”, da coreógrafa Cristina Moura | melhor espetáculo (indicação)
  • “In(in)terrupto”, da Cia Híbrida | melhor espetáculo (vencedor ano de 2018)
  • Carmen Luz e equipe Sesc Rio, pela curadoria do evento EntreDança, edição “O Corpo Negro” (indicação)
  • André Gracindo pela coordenação do Festival EntreDança 2018 (indicação)
  • Renato Machado pela iluminação no espetáculo “In(in)Terrupto” (indicação)
  • Paulo Cesar Medeiros pela iluminação no espetáculo “O Instante do Aquilo” (indicação)

 

Prêmio APCA

  • Cristina Moura, pela criação e direção de “Âgö” (indicação)

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